O Hospital Panamericano, em São Paulo, é um dos únicos na cidade a dispor de atendimento médico dentro dos princípios filosóficos e éticos ditados por membros da seita Testemunha de Jeová. O hospital montou uma equipe de profissionais especialmente preparada para esse atendimento, além de manter os recursos para procedimentos sem o uso de sangue, um dos dogmas desses fiéis. No Brasil existem aproximadamente 600 mil Testemunhas de Jeová, sendo que 150 mil vivem em São Paulo, segundo a Associação de Tes-temunhas de Jeová. Uma das características dos adeptos dessa religião é a não aceitação de transfusão de sangue em decorrência de tratamentos médicos. Seguindo à risca esse princípio, eles buscam alternativas ao uso de sangue, hoje já desenvolvidas pela medicina, porém, ainda, pouco utilizadas por médicos e centros hospitalares.
"Sabemos que cada paciente tem suas crenças e valores e isso precisa ser respeitado. Hoje, os avanços da medicina e a conscientização de nossos médicos nos possibilitam garantir um atendimento adequado ao paciente, sem ferir os princípios religiosos de cada um", comenta Miriam Leme, responsável pela área admi-nistrativa do hospital.
Para tanto, o Panamericano implantou novas rotinas. Assim que se internam, os pacientes recebem uma pulseira verde (os demais ganham braceletes brancos), uma ficha clínica e a carteira com carimbo verme-lho, avisando sobre a restrição à transfusão. Entre os recursos destinados às Testemunhas de Jeová encontram-se desde técnicas para expandir o volume de líquidos no organismo e estimular o crescimento e o desenvolvimento das células sanguíneas (uso de soro, ácido fólico e substâncias como a eritropoetina, entre outros) até cirurgias menos invasivas, como a laparoscopia. Outra alternativa é o reaproveitamento do sangue do paciente, durante a cirurgia, por meio de um aparelho Cell-Saver, responsável pela filtragem do sangue.
Localizado na zona oeste da cidade de São Paulo, o Hospital Panamericano possui um centro de terapia intensiva geral e outro com unidade coronariana. Tem 120 leitos e realiza por mês cerca de seis mil atendimentos e 900 internações.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Hospital investe em clientes evangélicos
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Encontro das Testemunhas de Jeová reuniu fiéis na Praça Saraiva
Publicado dia 04/02/09, Jornal Agora, Rio Grande - RS.
Domingo foi um dia destinado à fé para as Testemunhas de Jeová. Cerca de 1.500 religiosos estiveram no Ginásio de Esportes da Praça Saraiva. O encontro reuniu fiéis das 8 congregações do Rio Grande e diversas pessoas de municípios vizinhos.
A cada ano, o encontro tem um tema diferenciado, sendo o foco deste ano a pregação e ensino da Bíblia que é realizado mundialmente pelos seguidores desta religião. O evento se iniciou com a ordenação de novos ministros e com a palestra de 11 oradores das congregações rio-grandinas. A atividade seguiu durante todo o dia com uma programação diversificada que incluiu discursos, demonstrações e entrevistas destacando a importância e a urgência da divulgação da mensagem bíblica, por meio de incentivo, orientação e treinamento para jovens, adultos e idosos.
Segundo Carlos Souza, do Departamento de Notícias dos Testemunhas de Jeová do Rio Grande, esse tipo de atividade é muito importante para os religiosos, pois, segundo os estudos na Bíblia, livro sagrado para os religiosos que realizam em suas congregações, é uma ação muito pertinente nos dias atuais, em que as pessoas se deparam com grandes tragédias mundiais. “De acordo com a Bíblia, esse estudo é urgente”, enfatizou.
Os Jeovás, além de fazerem o estudo do livro sagrado, recebem duas revistas de circulação mundial. Sendo a “Sentinela”, quinzenal, com a abordagem direcionada para os temas bíblicos, editada em 172 idiomas; e a “Despertar”, com assuntos relacionados a temas polêmicos do mundo todo, como por exemplo, a água potável no planeta, sendo esta segunda de publicação mensal e editada em 92 línguas.
Joana Bendjouya
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Salão de Assembleias da Italia é o Maior da Europa
Em 09/Jun/2007, Ocorreu a Dedicação do Salão de Assembléias em Medole, Itália. O discurso da dedicação foi proferido pelo irmão Theodore Jaracz, membro do Corpo Governante. Este salão é agora o maior da Europa.
sábado, 31 de janeiro de 2009
Técnica que reutiliza sangue do paciente chega a AL
MATÉRIA PUBLICADA EM: 06/11/2008
Nada de transfusões utilizando o sangue de doadores: agora já é possível submeter-se a uma cirurgia com a tranqüilidade de poder reaproveitar o próprio sangue perdido no momento da intervenção. Graças a uma técnica inovadora que acaba de chegar a Alagoas, na própria mesa cirúrgica o paciente é conectado a um recuperador intraoperatório sanguíneo, equipamento que capta, lava, filtra e reintroduz o sangue simultaneamente ao trabalho da equipe de cirurgiões.
"Além de garantir muito mais segurança ao paciente, a técnica é uma novidade importante para ajudar a aliviar a demanda pelos bancos de sangue", afirma o responsável pelo Banco de Sangue do Hospital do Açúcar, o hematologista e hemoterapeuta Wellington Moura Galvão, que acaba de implantar a técnica da recuperação intra-operatória de sangue no hospital.
Segundo dados do Ministério da Saúde, apenas 1,8% dos brasileiros fazem doações regulares de sangue. O número está longe do ideal que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é de que 3% a 5% da população adulta de cada país seja doadora. Além do pequeno número de doadores, que tornam escasso o estoque dos bancos de sangue de todo o país, os riscos de contaminação decorrente de receber sangue de outros faz com que um número cada vez maior de estudos já se preocupem em encontrar alternativas às transfusões.
A recuperação intra-operatória de sangue pode servir para a maioria dos procedimentos cirúrgicos, como as cirurgias vasculares, cardíacas, ortopédicas e até o transplante de órgãos, como o hepático. "A máquina só não é recomendada para cirurgias que apresentem riscos de re-contaminação, como as oncológicas, por exemplo", diz Wellington Galvão.
A utilização do sangue do próprio paciente anula o risco de infecção por doenças que poderiam ser contraídas nas transfusões, como a AIDS e as hepatites B e C, por exemplo. De acordo com Wellington, atualmente, apesar de todo o cuidado na análise das amostras sanguíneas dos doadores, o sangue ainda é um grande meio de transmissão de doenças.
Outro risco das transfusões é o sistema imunológico do paciente rejeitar o sangue doado – assim como ocorre nos transplantes de órgãos. Em alguns casos, pode ocorrer uma complicação clínica grave, a lesão pulmonar aguda relacionada à transfusão (Trali). Nos Estados Unidos e no Reino Unido, essa lesão foi a principal causa de morte associada à transfusão de sangue.
Por livrar o paciente de todos esses riscos, o recuperador intra-operatório sanguíneo é bem-vindo nos centros cirúrgicos – principalmente pelas Testemunhas de Jeová, que não aceitam receber sangue de outras pessoas. Para os seguidores dessa religião, a transfusão é proibida pela lei divina. "Muitos dos seus seguidores já cancelaram cirurgias importantes ao saberem que a transfusão de sangue era necessária", comenta Wellington.
A manicure Maura de Araújo, 47 anos, Testemunha de Jeová, sentiu na pele a falta de alternativas para a transfusão. "Quando precisei me operar, o médico disse que, se eu não concordasse com a transfusão de sangue, era possível que não saísse da sala de cirurgia. Tentou me convencer de todas as maneiras, mas, como minha religião não permite, relutei até o fim", desabafa Maura.
A manicure informou-se e descobriu a possibilidade de fazer a cirurgia mesmo sem a transfusão. "Depois de tomar remédio e comer alimentos com ferro para aumentar a quantidade de glóbulos vermelhos, voltei no primeiro médico e disse para marcar a cirurgia, mas que ele esquecesse a transfusão", diz Maura, que reconhece a importância de outras opções às transfusões.
"Se, na época, já houvesse essa técnica em Maceió, não precisaria ter me 'aperriado' tanto, pensando que talvez pudesse morrer. Ela demorou para chegar, mas, caso precise de outra cirurgia, vou tranqüila para o centro cirúrgico", finaliza Maura.
Além do recuperador intra-operatório sanguíneo, ainda há outras opções para evitar as tranfusões de sangue. Entre elas, as técnicas cirúrgicas minimamente invasivas (como, por exemplo, as videocirurgias), a administração de eritropoietina (hormônio que estimula a produção de glóbulos vermelhos) ou de "substitutos do sangue" (como expansores do sangue e transportadores de oxigênio) e o sangue autólogo (doado pelo próprio paciente antes da cirurgia).
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
O Pioneiro de Chernobyl - Experiência contada no Congresso Ensino Divino
Primeiro vê as duas fotografias e depois lê… não é uma historia muito longa mas é um bom exemplo para todos nós… Não temos de desanimar nunca!!!!
Você apreciará muito mais se olhar primeiro as fotografias e depois lêr a historia. Uma das imagens é dum rapazinho. Olhe para ele… Ele na realidade tem 21 anos de idade e é um pioneiro regular, e assiste à escola de pioneiros em Kiev, Ucrânia. O seu nome é Sasha e é um exemplo a seguir. A maneira como ele aprendeu a verdade é muito interessante. Uma das nossas irmãs pregou a irmã de Sasha no ministério.
Ela começou a estudar e Sasha assistia ao estudo da sua irmã. Tudo isto começou à 3 anos atrás. A irmã que dava o estudo a irmã de Sasha começou a pensar, que seria muito bom que este menino (ele aparenta ter uns 4 anos de idade) tivesse um estudo particular, mas ela reparou que o menino percebia muito bem o que escutava. Ela ficava espantada pelos comentários e pela inteligência que demonstrava ter. Um dia, começou a reparar nas fotografias da casa e reparou que a irmã de Sasha, com quem ela estudava, estava muito novinha, mas Sasha estava igual, com o mesmo tamanho… ela começou a fazer perguntas e descobriu que Sasha era mais velho que a sua irmã… na altura ele tinha 18 anos!
Sasha tinha 4 anos quando o desastre de Chernobyl aconteceu e ele parou de crescer nesse mesmo ano. Muitos meninos receberam tratamento e ajudou, mas os seus pais eram muito pobres e alcoólicos e nunca conseguiu receber a ajuda que precisaria para melhorar.
Sasha é uma pessoa diferente, ao seu problema se acrescenta ser gago, mas isso não o desanima, tudo o contrario… ele é muito zeloso no seu ministério y adora a Jeová de todo o seu coração. Baptizou-se dois anos atrás e é pioneiro regular.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Betel de Cuba
A casa Betel esteve fechada durante 20 anos devido a proscrição desde o ano de 1974 até o ano de 1994.
Quando finalmente reabriu as portas em 1994 havia muito trabalho para fazer.Conheça esse importante centro da adoração verdadeira em Cuba.
Esta é a atual casa Betel de Cuba:
Como você vê é isso: 'uma casa' e embora pareça mentira, é daqui que se atende as necessidades espirituais de quase 90 mil publicadores. Como poderá ver a seguir, é um esforço enorme o que os nossos abnegados irmãos fezem. Atualmente a casa tem três andares e vai aumentando dentro do que é possível. Façamos uma breve visita pelas suas dependências:
Esta é a recepção:
Como muitos de nossos irmãos não têm aparelhos de vídeo, alguns veêm a Betel para assistir aos videos da Sociedade, como a mãe e seus filhos que estão na foto.
Aqui já começamos a visita com o irmão que nos guia. Como pode ver os corredores são muito estreitos.
Vejamos agora alguns departamentos:
Lavanderia
A lavanderia fica no terraço, ao ar livre, por razões obvias. Uma vez que aqui faz muito calor e é úmido, as vezes sofocante. A lavanderia precisa de boa ventilação.
A roupa é passada à mão e todo é feito de maneira quase artesanal. Os irmãos podem deixar até 12 peças de roupa por semana. Cada betelita lava sua roupa íntima.
A impressão:
A impressão é feita numa offset antiga. As revistas são impressas em duas cores. Como podem ver nessa foto atrás do irmão, a máquina puxa folha por folha para imprimir. O governo permite imprimir uma revista Sentinela para cada publicador e uma Despertai! por familia. Recentemente tiveram que arrumar a impressora e solicitaram permissão para o governo, para trazer temporareamente as revistas do México, o que foi autorizado e os irmãos receberam algumas edições coloridas. Agora, a impressora foi arrumada e funciona novamente. Mas é relevante que enquanto o México demora 1 hora para imprimir 90.000 revistas aqui demora vários dias. Tudo é manual. Um trabalho árduo.
Repare no departamento de despacho:
Que é pequeno, mas é daqui que se organiza e distribui as revistas por todo o país.
Refeitório:
Este é o refeitório para 104 betelitas. Aqui também estudam A Sentinela. Como é de se esperar, os betelitas não moram na casa Betel, pois literalmente não tem lugar. Alguns moram em casa próprias e outros em casas alugadas. Quase ninguém tem carro, sendo a bicicleta o meio de transporte mais utilizado. Alguns irmãos moram num raio de 5 Km, outros mais longe ainda. Um casal nos contou que eles moram bem longe de Betel e que há algum tempo tinham que levantar às 5 da manha para chegar a tempo para a consideração matutina. O irmão carregava a sua esposa na garupa da bicicleta. A esposa abraçava sue marido pela cintura, de maneira que se durante o percurso ela dormisse, ele imediatamente ia sentir e acordá-la para que não caísse da bicicleta. Agora felizmente o governo autorizou Betel para comprar um micro ônibus, que vai buscar os irmãos que moram mais longe. Outros, moram em casas que tem só um banheiro e devem se organizar muito bem. Cada um tem um horário para usar o banheiro de manhã. A questão é que todos devem chegar a tempo para o café da manhã.
Aqui está o meio de transporte mais utilizado pelos betelitas:
As bicicletas! e quanto ajuda para manter a forma!
Quais são os veículos que Betel possui?
Pois aqui estão!! São automóveis dos anos 50 e 52!!! É claro que os irmãos muito bondosos nos permitiram entrar neles. Estão originais e em boas condições!!
E além disso têm dois caminhões:
Este é um deles com os quais distribuem as revistas em todo o país.
Como podem atender quase 90 mil publicadores literalmente através de 'uma casa'? Acredito que a maioria dos betelitas de outros países que vivem em instalações maiores e que sabem todo o trabalho que envolve um Betel concordam comigo ao dizer que: 'é um milagre'. Só Jeová pode fazer acontecer essas coisas. Por outro lado, minha esposa e eu, ficamos sumamente impressionados com o exemplo de abnegação de cada um dos Betelitas de Cuba, que carecem de recursos e têm uma imensa dificuldade para superar e com a ajuda de Jeová conseguem atender os interesses espirituais de todos os irmãos da ilha. A verdade é que devemos orar a Jeová, para que ajude os nossos irmãos a fazer uma filial maior de acordo com o crescimento que têm.
Há um grande potencial de crescimento, levando em cinsideração que dirigem 130 mil estudos. Sem dúvida o trabalho que os irmãos fazem na obra de pregar é elogiável. Que Jeová os abençoe, os cuide e os proteja para que sigam em frente com a obra de declarar seu nome a todas as pessoas do território.
Site Destaca As Testemunhas de Jeová Sob o Ataque Nazista
As testemunhas de Jeová enfrentaram perseguição intensa sob o regime azista. Ações contra o grupo religioso e seus membros individuais duraram entre os anos nazistas de 1933 a 1945. Diferentemente dos judeus e dos sinti e roma (”ciganos”),
perseguidos e mortos em virtude de seu nascimento, as testemunhas de Jeová tiveram a oportunidade de serem poupados, caso decidissem assinar um termo, renunciando sua fé. A esmagadora maioria ficou do lado da verdade e perseverou sob prova.